Resenha: Sussurro

Autor (a): Becca Fitzpatrick

Título: Sussurro

Editora: Intrínseca

Nº de páginas: 259 (exemplar econômico)

sussurro[1]

“Seus olhos negros me atravessaram e os cantos de sua boca se ergueram. Meu coração parou por um segundo e, naquela pausa, um sentimento sinistro e desesperador pareceu me envolver como uma sombra. Passou depois de um segundo, mas eu continuava a encará-lo. O sorriso dele não era amistoso. Era um sorriso que queria dizer problema. Problema garantido.” 

Tudo começou com uma aula de biologia, digamos, diferente. O professor resolveu separar toda a turma de seus respectivos parceiros de classe, e mudar todos de lugar, pois para o técnico, este era o melhor jeito de ensinar a reprodução humana: pelo método da investigação. No caso, a tarefa era investigar tudo que era possível sobre o seu novo parceiro. Foi assim que ela conheceu Patch.

“-Você nunca foi à escola, nunca? Se é verdade, e você têm razão, não acho que seja, o que levou você a decidir a frequentar aulas este ano? -Você.” 

Patch intrigou Nora desde o primeiro olhar, afinal, quem era aquele garoto que parecia, aliás, não parecia, mas sabia tudo sobre ela? E o pior, que se recusava a entregar qualquer informação sobre ele, quando sabia desde as coisas mais simples, até os problemas mais profundos de Nora. Mas mesmo assim, misterioso, provocante e extremamente irritante, Patch sempre deixava Nora desamparada. Ela vivia as mais fortes emoções com ele. Medo, curiosidade, desconfiança, mas ao mesmo tempo, sabia que era se sentia atraída por ele lá no fundo, mas estava longe de admitir.

“-Você admite que faz isso de propósito? -Isso? -Isso… Me provocar. -Diga “provocar” de novo. Sua boca fica provocante quando você diz isso.” 

O tempo passa e, quanto mais Nora conhece Patch, mais ela passa a desconfiar de suas intenções. Uma hora, acha que ele está à seguindo, outra, acha que está era ele tentando assassiná-la, porque realmente, com tudo que acontecera, ela estava certa de que tinha alguém mesmo atrás dela. Mas, foi só a partir do dia em que ele entrara em sua vida que ela se transformara em uma verdadeira bagunça. Ao mesmo tempo, Nora sabia que a sua companhia era aventura recheada de perigo garantidos. O que ela não sabia, era que ela gostava disso.

“Talvez eu só tenha medo de… -Xinguei a mim mesma por ter sequer começado a frase. O que eu deveria dizer agora? Não ia admitir para Patch que tudo nele me assustava. Seria como lhe dar permissão para me provocar ainda mais. -Talvez eu só tenha medo de… de… -Gostar de mim?” 

Nora desconfiava de Patch, mas nunca sequer imaginaria toda a história que havia por trás de seus olhos negros e seu boné de beisebol surrado. Ele tinha muitos segredos, alguns envolviam ela, inclusive sua família, outros não. Na verdade, Nora podia passar uma tarde inteira tentando fazer a primeira tarefa que foi proposta em biologia quando o conheceu, mas não conheceria nem metade da vida dele, aliás, será que ela sabia de verdade quem ele era, mesmo depois de conhecê-lo um pouco melhor? Sem chances. Para isso, ela levaria muito tempo.

Meu cantinho: O livro é perfeitamente escrito, é viciante, e desde a primeira página te prende, até o final. A história é a criativa, e o desenrolar do enredo está longe de ser entediante. A história envolve anjos caídos, e, a autora disse que não pretende fazer filme no momento, apenas talvez um dia… Ai, de nós leitores! Vamos ficar sem o filme de uma obra muito viciante -quem leu sabe-, pelo menos por enquanto… Beijos, Lari.

Resenha: A seleção

Autor (a): Kiera Cass

Título: A Seleção

Editora: Seguinte

Nº de páginas: 361

A-Selecao[1]

“Não queria ser da realeza. Não queria ser Um. Não queria nem tentar.” 

O livro se passa em um futuro distante, no atual Estados Unidos. As pessoas são divididas em castas. Só para ter uma ideia geral das castas, a casta Um era a realeza, e a casta Oito eram as pessoas que passavam fome, sem teto geralmente. América Singer, a protagonista da obra, era da casta Cinco, até ser selecionada. A Seleção é um grande evento que ocorre no castelo quando o príncipe seleciona trinta e cinco garotas entre uma certa idade para escolher a sua futura esposa  América faz de tudo para não ter que se inscrever para a Seleção, mas afinal ela acabou cedendo ao desejo de sua mãe, que tanto queria que ela tentasse. Mas, entre tantas outras garotas, ela está certa de que não vai ser uma das selecionadas. Portanto, no grande dia da anunciação, ela acaba sendo selecionada, para sua surpresa.

 “-Você precisa parar de achar que eu sou assim. Quando estamos juntos, não sou uma Cinco nem você é um Seis. Somos apenas Aspen e América. E não quero nada no mundo a não ser você.” 

Apesar de estar ainda muito ligada ao seu antigo namorado Aspen, ela decide fugir de sua vida por um tempo aceitando enfrentar a Seleção. Lá, ela se mostra diferente de todas as outras garotas, que estão lutando muito pelo príncipe, ao contrário, ela se recusa aos seus privilégios do castelo, e nem está muito animada com a ideia de se apaixonar por ele, pois Aspen não sai de sua cabeça, muito menos de seu coração.

“-Está tudo bem, querida? -Ele perguntou. -Eu não sou sua querida.”

No primeiro dia na Seleção, América acaba tendo um encontro inesperado com o príncipe Maxon, e já deixa claro suas intenções no castelo. Explica (sem delicadeza nenhuma) que está ali por engano e que, não pretende nem tentar lutar muito para ser escolhida, além disso, não aceita nenhum dos agrados do príncipe, e como diz ela mesma, está ali para comer até ser chutada fora da Seleção. Apesar desse encontro meio indelicado, América logo se arrepende de ter sido dura e ter insultado o príncipe, afinal, ela não podia culpá-lo pelos seus problemas.

“-Não acha que seria muito melhor se tivesse alguém aqui dentro? Alguém para ajudar? Tipo… Uma melhor amiga? -Uma amiga?-Ele perguntou. -Sim, se me deixar ficar, posso ajudar. Serei sua amiga.” 

 Na próxima vez que tem oportunidade de conversar com o príncipe Maxon, ela oferece ajuda para ele, feito uma amiga. Percebendo que o príncipe na verdade é cheio de ocupações, ela oferece ajudá-lo na seleção, com as garotas, já que já deixou bem claro que entre eles, não é possível acontecer algum tipo de romance. Maxon acaba se alegrando com a ideia, afinal, porque não?

“A propósito -ele prosseguiu, elevando um pouco a voz-, se você não quiser que eu me apaixone, não pode ficar assim tão linda.” 

A amizade entre eles se torna a cada dia mais forte, mas, o que América não sabe é que Maxon passa a nutrir sentimentos por ela, mesmo sabendo de sua história com Aspen, e, em um momento de esperança, ele acaba deixando escapar seu sentimentos fazendo o jogo entre eles virar de cabeça para baixo.

“Eu queria amá-lo?”

É a partir deste momento que surgem as dúvidas: ela queria ele? Queria a vida no castelo? Estava preparada para desistir de Aspen e lutar por Maxon até o final? É o que ela virá a descobrir.

Meu cantinho:

O livro é ótimo. Super recomendo, viu pessoal? É romance, e eu sou apaixonada, haha, mas não achem que é clichê ou coisa do tipo, é bem diferente e eu amei demais, espero que gostem da resenha! Beijinhos, Lari.

Resenha: Princesa Adormecida

Autor(a): Paula Pimenta
Título: Princesa Adormecida
Editora: Gutenberg
Nº de paginas: 189
princesa
“Rosa como é estar apaixonada? “
“Não sei, mas isso que estou sentindo é uma euforia louca que me dá vontade de sair dançando pelos corredores da escola… Mas que ao mesmo tempo esconde uma tristeza sutil, que parece morar no lugar mais fundo do coração. E isso tudo me faz sorrir e chorar, por ser tão bom e tão dolorido ao mesmo tempo. Dá para entender?”
Princesa Adormecida é um daqueles livros que você lê em uma tarde, bom, ao menos foi assim comigo. É escrito de um jeito fácil e apaixonante. É uma história de princesa, só que se passa na vida real, uma releitura contemporânea da Bela Adormecida. É a história que creio que toda garota gostaria de viver.
“Nos últimos dias eu já tinha escutado aquela história tantas vezes que já sabia de cor…”
O livro é narrado por Rosa, mas na realidade, seu verdadeiro nome é Áurea. No começo do livro, é contada a história de como o pai e a mãe dela se conheceram, afinal, essa parte é fundamental para o livro. Eles se conheceram na faculdade, através de uma amiga de sua mãe, que apresentou o pai de Áurea para ela. Ele era descendente da família real de Liechtenstein. Eles, assim que se conheceram, logo se apaixonaram, e depois de um tempo, ficaram noivos, pois a mãe de Áurea estava grávida. Eles se casaram, tiveram Áurea, e a mãe dela se mudou para a cidade do marido.
“Melodia era o que parecia estar me cercando agora. Como se eu tivesse dentro de um daqueles filmes da Disney em que os personagens estão sempre felizes e cantando o tempo todo.”
Mas o que eles não sabiam, era que Marie Malleville (só eu que percebi a semelhança de ‘Malleville’ com Malévola?) era apaixonada pelo pai de Áurea. Malleville, vendo que não ia dar em nada tentar separar o casal, arranjou outro jeito de se vingar deles, tentando sequestrar a pobre Áurea. Com falha na primeira tentativa, pois um menino, o Felipe, de 4 anos, amigo de Áurea, havia visto a cena, ela sumiu do mapa, e começou a ser procurada pela polícia.
“O amor deixa as pessoas loucas, é isso?”
Após um tempo, eles começam a receber cartas dela, sem endereço, com ameaças, prometendo roubar Áurea e matá-la, assim, com seus pais amedrontados, eles tiveram uma decisão, mandariam-na para o Brasil para morar com os tios. Então ela, com 5 anos, foi para o Brasil, e os pais, mentiram que a filha havia morrido engasgada, fizeram funeral falso e tudo mais…
“Ela pode até não ter conseguido separar meus pais… Mas fez algo igualmente terrível, me afastou deles!”
Então Áurea, com 16 anos, começa a narrar o livro atualmente, sobre seus tios super protetores, que não a deixam sair para festas, nem para a casa de suas amigas, ela apenas estuda no seu colégio interno e vive em casa com seus animais de estimação. Mas o que ela acha sobre seu passado? Ela acha que foi tudo uma fantasia da cabeça dela, ela acha que nada passa de histórias que seus tios contaram para ela, para dormir melhor.
“Porém, logo na segunda-feira surgiu uma novidade para me distrair!”
Então, no seu aniversário de 16 anos (quando começa a ser atualmente), ela diz que vai para uma festinha na sua escola, mas vai na verdade sair escondida, pressionada pelas amigas, mas é o que ela realmente mais queria. Então, os tios dela descobrem, eles surtam no começo, mas depois conversam e ela passa a ter um pouco mais de liberdade, depois daquele dia, em que ela saiu com suas amigas, ela pode sair mais com elas, todos os fins de semanas, desde que eles soubessem onde e com quem ela iria, e que horas iria voltar.
“Eu terminava um namoro atrás do outro, e sempre colocava culpa no fato de que nenhuma delas era tão linda e doce como você…”
Até que um dia, ela recebe uma mensagem “enganada” em seu celular, em Francês, e ela, só para praticar, resolve responder que foi um engano. Mas a pessoa (um menino, bonito por sinal, ela percebe pela foto) continua insistindo em falar com ela, até que quando ela vê, já está falando com ele diariamente, eles ficam amigos, começam a se ligar, se aproximam ainda mais… Então, Rosa não consegue mais parar de pensar nele, não consegue mais se afastar dele, até que um dia, ele viaja, mas fala que vai manter o contato, só que, ao contrário do que prometera, ele abandona o celular, não responde mais às mensagens dela, e… O resto não vou poder contar gente, desculpe… Fica por vocês, se quiserem adquirir o livro tem em muitos sites na internet, e na maioria das livrarias também!
“O meu primeiro amor era alguém que não existia…”
Eu amei o livro, recomendo muito, principalmente para garotas! É a história de princesa que qualquer uma gostaria de viver!

Resenha: Minha Vida Fora de Série

Autor(a): Paula Pimenta
Título: Minha Vida Fora de Série
Editora: Gutenberg
Nº de paginas: 405
imagem

Minha Vida Fora de Série conta a história de uma das amigas da Fani (de Fazendo meu filme, que também tem resenha no blog), narrado por ela mesma, a Priscila. Eu sei falar muito bem sobre o livro, pois já o li 4 vezes…
Bom, o livro começa com o aniversário de 13 anos da Priscila, que acontece em Belo Horizonte (onde a Fani também mora), para onde ela acabara de se mudar, pois seus pais se separaram e antes ela morava em São Paulo.

“Antes de bater a porta com força, gritei que, se eu não podia voltar para São Paulo, então eu não queria nada, pois coisa nenhuma em Belo Horizonte tinha o poder de me fazer feliz!”

Lá, ela tinha muitos amigos, entre eles, suas melhores amigas Luísa, Bruna e Larissa (meu nome!). Elas prometem manter contato mesmo com a mudança (e cumprem a promessa!), mas a Priscila começa meio revoltada no livro, pois ela tem que se afastar de metade de seus animais, que são muitos aliás! São dois cachorros, o Biscoito e a Duna, uma gata, a Snow, um furão, um hamster e um papagaio! Também não só por isso, por tudo, pela casa, pelos animais, pelo pai e o irmão (o Arthur, que já está na faculdade), e também é claro, pelas amigas.Então ela começa dizendo que nada vai conseguir deixá-la feliz ali, que nada iria distraí-la da saudade da verdadeira casa dela… Mas na verdade, ela não sabia como estava enganada…

“Esse acordo maluco, de dividir tudo, podia muito bem funcionar para eles, mas para mim, foi muito pior!”

Sua prima, Marina, logo no dia depois, levou-a em um clube para animá-la um pouco, pois era férias e elas iriam aproveitar. Então, lá no clube, ela fez novas amigas, a Natália e a Clara. Mas também conheceu um garoto de 18 anos, o Marcelo, que começou a paquerar e quando viu, já estava apaixonadinha por ele, mas ela nunca sequer havia conversado com ele (não esquece ele não viu? Ele faz um papel bem importante na história!) Pois, quando ela conversou com ele… A ficha caiu! Ele era mal educado, só falava mal de suas amigas, tirava sarro da cara dela e ainda depois, queria ficar com ela! Pois ela deu um fora nele rapidinho, e se desiludiu… Ele depois, logo arrumou outra, mas voltou à procurá-la, levou outro fora e nunca mais falou com ela, até um certo momento…

“Então era isso. Ele só queria me beijar porque me considerava uma espécie de desafio e queria provar para si mesmo que podia ficar com quem quisesse.”

Então passa a fase das férias e começa as aulas, ela já se acostumou com sua nova vida, estava adorando, afinal, tinha mais boas e novas amigas, vivia no shopping, com seus animais (ela conseguiu que quase todos ficassem com ela, pois ela ama muitos seus animais, isso eu e ela temos em comum!), e com seus seriados (não falei ainda né? Ela se viciou em seriados nas férias, ganhara um de aniversário e depois achou mais e mais seriados depois deste, então viciou!).

“Ela tem as estrelas nos olhos, e a lua no sorriso”

Bom, as aulas começam! E lá, ela conhece novos amigos (o Leo, da Fani, sabe? Só que com 13 anos…), e entre eles, o Rodrigo! Ele é um menino misterioso, bonito, com olhar triste e muito tímido, que a surpreendeu primeiramente (por ser muito parecido com o Marcelo, de aparência), mas que a encantou seguidamente, pois ela viu que ele era totalmente o oposto do Marcelo, ele era educado, se importava com as pessoas, era voluntário de uma ONG de animais, escrevia poesias, tocava bateria, era viciado em músicas… Bom, tudo isso, ela foi descobrindo ao longo do tempo em que passava com ele, dos momentos em que eles se conheciam… Ela foi ficando cada vez mais próxima dele, cada vez mais impressionada e encantada com aquele menino que aparecera em sua vida, até que o Marcelo entrou nela novamente, apenas para estragar a melhor parte do ‘seriado’ como diria a Priscila.

“O Marcelo tinha olhos azuis e radiantes, já os do Rodrigo eram tristes e castanhos… Por incrível que pareça, eu achei que ficou melhor assim.”

Resenha: Fazendo meu Filme.

Autor(a): Paula Pimenta
Título: Fazendo meu filme 1 – A estreia de Fani
Editora: Gutenberg
Nº de paginas: 331
fazendo-meu-filme-1
“É um livro que termina com gostinho de quero mais… Espero que tenha continuação, pois ele é atemporal, me vi descrita ali. A autora narra com maestria os sentimentos das adolescentes de todas as épocas” – Juçara Lasmar

Fazendo meu filme 1 é narrado pela Fani, ou Estefânia, mas como ela não gosta de seu nome, prefere Fani. Ela é uma menina tímida, de 16 anos, que ama filmes (é basicamente de onde vem o nome), e tem uma melhor amiga a Gabi, e seu melhor amigo Leo que gosta muito dela, só que de outro jeito…E ela não enxerga, e por sua vez, gosta de seu professor de Biologia!

“Hoje eu sei que nenhum filme é melhor que a própria vida.”

Você deve estar pensando… Que história Clichê! Não posso negar que começa mesmo assim, mas o jeito que a Paula Pimenta escreve, nos cativa, e nos deixa cada vez mais ansioso para a próxima página,e quando notamos, acabamos o livro!

“Sempre achei que os melhores filmes são aqueles que terminam e deixam no ar os futuros acontecimentos, para que possamos inventar por nós mesmos uma continuação.”

Bom, depois o que acontece de diferente é que a Fani consegue um intercâmbio para a Inglaterra, aí as coisas começam a complicar pois a despedida de seus amigos (ela tem mais do que apenas a Gabi e o Leo tá?) começa a ficar difícil e melosa… O Leo começa a se afastar dela, para começar a se acostumar com ela longe, ele até arranja uma suposta namorada, mas a Fani por sua vez não entende o distanciamento dele, fica braba, e a partir deste momento que ela percebe que não quer dividir a atenção dele com mais ninguém… Mas já é tarde para qualquer reaproximação, e tudo começa a apertar com a chegada de seu intercâmbio, pois ele está a cada dia mais próximo e é seu dever (também não é sacrifício né?) ir viajar.

Fazendo Meu Filme e Minha Vida Fora de Série são ambas séries de livros da Paula Pimenta, escritora brasileira e, na minha opinião, a melhor!