Resenha: A seleção

Autor (a): Kiera Cass

Título: A Seleção

Editora: Seguinte

Nº de páginas: 361

A-Selecao[1]

“Não queria ser da realeza. Não queria ser Um. Não queria nem tentar.” 

O livro se passa em um futuro distante, no atual Estados Unidos. As pessoas são divididas em castas. Só para ter uma ideia geral das castas, a casta Um era a realeza, e a casta Oito eram as pessoas que passavam fome, sem teto geralmente. América Singer, a protagonista da obra, era da casta Cinco, até ser selecionada. A Seleção é um grande evento que ocorre no castelo quando o príncipe seleciona trinta e cinco garotas entre uma certa idade para escolher a sua futura esposa  América faz de tudo para não ter que se inscrever para a Seleção, mas afinal ela acabou cedendo ao desejo de sua mãe, que tanto queria que ela tentasse. Mas, entre tantas outras garotas, ela está certa de que não vai ser uma das selecionadas. Portanto, no grande dia da anunciação, ela acaba sendo selecionada, para sua surpresa.

 “-Você precisa parar de achar que eu sou assim. Quando estamos juntos, não sou uma Cinco nem você é um Seis. Somos apenas Aspen e América. E não quero nada no mundo a não ser você.” 

Apesar de estar ainda muito ligada ao seu antigo namorado Aspen, ela decide fugir de sua vida por um tempo aceitando enfrentar a Seleção. Lá, ela se mostra diferente de todas as outras garotas, que estão lutando muito pelo príncipe, ao contrário, ela se recusa aos seus privilégios do castelo, e nem está muito animada com a ideia de se apaixonar por ele, pois Aspen não sai de sua cabeça, muito menos de seu coração.

“-Está tudo bem, querida? -Ele perguntou. -Eu não sou sua querida.”

No primeiro dia na Seleção, América acaba tendo um encontro inesperado com o príncipe Maxon, e já deixa claro suas intenções no castelo. Explica (sem delicadeza nenhuma) que está ali por engano e que, não pretende nem tentar lutar muito para ser escolhida, além disso, não aceita nenhum dos agrados do príncipe, e como diz ela mesma, está ali para comer até ser chutada fora da Seleção. Apesar desse encontro meio indelicado, América logo se arrepende de ter sido dura e ter insultado o príncipe, afinal, ela não podia culpá-lo pelos seus problemas.

“-Não acha que seria muito melhor se tivesse alguém aqui dentro? Alguém para ajudar? Tipo… Uma melhor amiga? -Uma amiga?-Ele perguntou. -Sim, se me deixar ficar, posso ajudar. Serei sua amiga.” 

 Na próxima vez que tem oportunidade de conversar com o príncipe Maxon, ela oferece ajuda para ele, feito uma amiga. Percebendo que o príncipe na verdade é cheio de ocupações, ela oferece ajudá-lo na seleção, com as garotas, já que já deixou bem claro que entre eles, não é possível acontecer algum tipo de romance. Maxon acaba se alegrando com a ideia, afinal, porque não?

“A propósito -ele prosseguiu, elevando um pouco a voz-, se você não quiser que eu me apaixone, não pode ficar assim tão linda.” 

A amizade entre eles se torna a cada dia mais forte, mas, o que América não sabe é que Maxon passa a nutrir sentimentos por ela, mesmo sabendo de sua história com Aspen, e, em um momento de esperança, ele acaba deixando escapar seu sentimentos fazendo o jogo entre eles virar de cabeça para baixo.

“Eu queria amá-lo?”

É a partir deste momento que surgem as dúvidas: ela queria ele? Queria a vida no castelo? Estava preparada para desistir de Aspen e lutar por Maxon até o final? É o que ela virá a descobrir.

Meu cantinho:

O livro é ótimo. Super recomendo, viu pessoal? É romance, e eu sou apaixonada, haha, mas não achem que é clichê ou coisa do tipo, é bem diferente e eu amei demais, espero que gostem da resenha! Beijinhos, Lari.

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